5 Manifestos que Comunicam com alma

Atualizado: Fev 25

Manifestos são marcos que promovem ideais. Quando estão em sinergia com os valores que carregamos em nossa essência, eles falam diretamente com o nosso coração.


Fizemos uma seleção de 5 manifestos que criam exatamente este contexto! Comunicam diretamente com a nossa alma e fazem sentido, porque fazem sentir que não estamos sós na missão de propagar a consciência social e difundir a cultura de paz!


Já avisamos que sua visão crítica pode ficar ainda mais aguçada ao ter contato com este conteúdo e que ele pode despertar uma vontade muito sincera de agir em comunidade!


Estão preparades?





1: Feminismo para os 99%: Um manifesto. Por Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser.


Não a toa nós iniciamos a nossa lista com esta obra em formato de manifesto que promove uma reflexão potente que escancara desigualdades, sobretudo econômicas, com o intuito de encararmos o feminismo como um movimento anticapitalista, antirracista, anti-imperialista e que preze pela justiça ambiental na atualidade.


Feminismo para os 99% é sobre um feminismo urgente, que não se contenta com a representatividade das mulheres nos altos escalões das corporações e não trata o movimento como sendo uma busca por igualdade entre homens e mulheres, mas sim uma revolução estrutural. [Seria o nosso maior sonho?]


Uma reflexão que faz bastante sentido ao ampliarmos a nossa visão de forma mais holística para o movimento e sobretudo mais crítica sobre todas as vertentes que o feminismo tomou forma durante os últimos anos.


Indicamos também o vídeo do prefácio da edição brasileira feito por Talíria Petrone: link.

E esta leitura crítica maravilhosa feita pela Revista USP: link.


2: Carta ao Jovem do Futuro - Chico Mendes


A primeira vez que tivemos acesso a este chamado, foi por uma leitura de jovens do Comitê Chico Mendes, pessoas próximas ao próprio criador da carta no festival da Casa Ninja Amazônia, disponível no YouTube.


A mensagem traz comoção pela simplicidade e pelo teor de convocação com respeito ao senso de comunidade e resistência. Em tempos em que a Amazônia pede socorro, as palavras do líder, ativista e símbolo da luta ambientalista pelos povos da floresta, nos faz sonhar e acreditar em uma juventude engajada para a transformação positiva da sociedade.



Versão original da carta.


Indicamos também o conteúdo da Semana Chico Mendes, promovida pela Casa Ninja Amazônia: link.


3: Eu tenho um sonho - Martin Luther King


Trata-se do título traduzido para o português, dado ao histórico discurso público feito pelo ativista político americano, o pastor Martin Luther King, no qual falava da necessidade de união e coexistência harmoniosa entre negros e brancos no futuro. O discurso foi realizado no dia 28 de agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington, D.C. e seu legado se faz presente até os dias de hoje.





Texto na íntegra em português pela Fundação Palmares: link.

Indicamos leitura deste artigo bastante completo da mídia Brasil Paralelo: link.


4: Para além do 8 de Março: rumo a uma Internacional Feminista


Mulheres que são símbolo de resistência ao redor do mundo assinaram ao manifesto que busca promover reflexões e ressignificar a solidariedade internacional por meio de uma iniciativa transnacional entre mulheres. Dentre os movimentos e líderes de distintos países, estão envolvidas:


Amelinha Teles (União de Mulheres de São Paulo, Brazil)

Andrea Medina Rosas (Lawyer and activist, Mexico)

Angela Y. Davis (Founder of Critical Resistance, US)

Antonia Pellegrino (Writer and activist, Brazil)

Cinzia Arruzza (Co-author of Feminism for the 99%. A Manifesto)

Enrica Rigo (Non Una di Meno, Italy)

Julia Cámara (Coordinadora estatal del 8 de marzo, Spain)

Jupiara Castro (Núcleo de Consciência Negra, Brazil)

Justa Montero (Asamblea feminista de Madrid, Spain)

Kavita Krishnan (All India Progressive Women’s Association)

Lucia Cavallero (Ni Una Menos, Argentina)

Luna Follegati (Philosopher and activist, Chile)

Marta Dillon (Ni Una Menos, Argentina)

Monica Benicio (Human rights activist and Marielle Franco’s widow, Brazil)

Morgane Merteuil (feminist activist, France)

Nancy Fraser (Co-author of Feminism for the 99%. A Manifesto)

Nuria Alabao (Journalist and Writer, Spain)

Sonia Guajajara (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil)

Tatiana Montella (Non Una di Meno, Italy)

Tithi Bhattacharya (Co-author of Feminism for the 99%. A Manifesto)

Veronica Cruz Sanchez (Human rights activist, Mexico)

Verónica Gago (Ni Una Menos, Argentina)

Zillah Eisenstein (International Women’s Strike, US


Além de uma série de mulheres inseridas em contextos políticos e socioeconômicos no Brasil. Vale muito a pena conhecer o movimento!


5: Manifesto em defesa da paz (2000)


O Manifesto 2000 por uma Cultura de Paz e Não-Violência foi esboçado por um grupo de laureados do Prêmio Nobel da Paz, que se encontraram em Paris para o 500 aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Dentre estas pessoas, nada mais, nada menos do que Norman Borlaug, Adolfo Perez Esquivel, Michail Gorbatchev, Mairead Maguire, Rigoberta Menchu Tum, Shimon Peres, José Ramos Horata, Joseph Rotblat, David Trimble, Desmond Tutu, ElieWiesel, Carlos F. Ximenes Belo, Nelson Mandela e Dalai Lama.


O conteúdo afirma algo que por aqui também acreditamos bastante! Que é da responsabilidade de cada ser humano traduzir os valores, atitudes e padrões de comportamento que inspiram a Cultura de Paz em realidades da vida cotidiana. Todos podem agir no espírito da Cultura de Paz dentro do contexto da própria família, do local de trabalho, do bairro, da cidade ou da região, tomando-se um mensageiro da tolerância, da solidariedade e do diálogo. Ou seja, cada atitude positiva, independente do tamanho e proporção, cria uma realidade melhor para o Todo.


E foi por isso que criamos este conteúdo! Nós estaremos juntes, lado a lado de cada ser que também sinta o chamado para uma transformação social por meio da expansão de consciência, sabedoria e cultura de paz!


Bora expandir esse conteúdo riquíssimo junto com a gente?

Compartilhar é expandir conhecimento social!



Estejam em paz! <3



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